“A cada dia que vivo; mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade.”

(Carlos Drummond de Andrade)

domingo, 8 de março de 2015

A mulher e a flor


A mulher e a flor

  Quisera pudesse o homem entender no todo a delicadeza da mulher, sobretudo o seu homem, aquele que de fato importa.  Na sua força e resistência se oculta anseios, esperanças sutis de gestos ainda mais sutis.  Os homens parecem ter perdido a sensibilidade,  mas aquele que ela escolheu para chama de seu... Ela se nega a acreditar e ainda espera.

  Mas é claro, estou falando de mulher de verdade, mulher femina, não feminista.  Aquela que aprecia mais uma flor ofertada com paixão do que um buquê de premiação por ter batido todas as metas empresariais.  A mulher tem prazer nas 'dores' doces de ser fêmea que se delicia em servir de prazer para seu homem.  É desta mulher que falo.
  A mulher passa a vida esperando a gentileza das flores pelas mãos 'dele'.  Naturalmente que não sei bem o que o homem espera dela, talvez seja todo conjunto de cuidados, carinhos e amor incondicional que nenhum homem é capaz de dar como dá uma mulher.

  A flor é uma gentileza sempre apreciada que os homens não sabem ofertar, eu  não falo de uma rosa, apenas flor, seja ela qual for, comprada ou apanhada no caminho.  O que importa é o que ela representa naquele ato.


   Uma besteira?  Porque?  Quantas besteiras fazemos e achamos tão importante?  Quanto tempo perdemos com besteiras durante o dia que para nós são importantes?   A importância das coisas e atos podem variar, mas em todo tempo a flor e a mulher andam refletidas uma na outra, mas só sabe disto  homens que gostam de mulher, que apreciam mulher e não apenas cópula com mulher.

D. Trugillo

Nenhum comentário:

Himalaya

Slides e links de todas as postagens