“A cada dia que vivo; mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade.”

(Carlos Drummond de Andrade)

terça-feira, 17 de julho de 2012

Tantos anos de nada



   Dezessete de julho, por definição hoje deveria ser um dia especial, mas a vida é uma eterna surpresa...   No final ficou a pergunta: Comemorar o quê?   Com quem?   Para quê?  
   Não se pode querer partilhar uma coisa com quem não deseja e não está nem aí, então este dia 17 de julho serve para eu perceber como se consegue ser tola por tantos anos.
  Tinhas razão, para se conseguir o que se deseja, a pessoa pode usar de palavras doces, mas o que se deseja pode não ser compatível com o que o outro pensa que seja.
   Amor deveria ser reluzente nos olhos, para ninguém conseguir fingir que ama.   O amor deveria ser impossível de ser cinicamente interpretado por quem não o sente de verdade, pois para mim, amor é a mais pura definição de Deus. 
   Deveria ser crime, pecado imperdoável alguém fingir amar.

Quem ama se importa, se lembra, se esforça, se dedica.
No silêncio da solidão; um dia a mais, um nó a menos...

D. Trugillo.

Himalaya

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